
É indispensável descobrir a grandeza do conceito de “vida”, sem confundi-lo com “uma vida”.
Existir não é viajar da zona da infância, com escalas pela juventude, madureza e velhice, até ao porto da morte;
é participar da criação pelo sentimento e pelo raciocínio,
é ser alguém e alguma coisa no concerto do Universo.
Trabalho de João Gonçalves Filho (Vida – 3345)
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Muito interessante. Gostei